Cada jóia é confeccionada artesanalmente à partir de fotos fornecidas pelos donos e obedecendo as principais caracteristicas individuais e únicas de cada raça.
Ao fazer a encomenda o dono precisa enviar fotos em ângulos variados ou levar o mascote até o atelier para uma seção fotográfica.
Definido o tipo de jóia que será confeccionada (anel, brinco, pingente,etc.), é feito uma escultura em cera em tamanho natural que após apresentado e aprovado pelo cliente é transformado em ouro 18k ou prata 950 através do processo de micro fundição. Em seguida a peça fundida é trabalhada na banca de ourives onde recebe acabamento e polimento. Depois a jóia recebe pedras preciosas como diamantes, safiras e rubis.
Hachikō (ハチ公), conhecido em japonês como chūken Hachikō (忠犬ハチ公, "cão fiel Hachikō" em tradução livre), foi um cachorro da raça Akita nascido na cidade de Ōdate, na Prefeitura de Akita, e é lembrado pela sua lealdade pelo dono, que perdurou mesmo após sua morte.
Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante Estação de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A rotina continuou até Maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. Ueno sofrera um ataque na universidade naquele dia, nunca mais retornando a estação onde sempre o esperara Hachikō.
Hachikō foi dado à outra pessoa após a morte de seu mestre, mas ele escapava constantemente, aparecendo diversas vezes em sua antiga casa. Depois de certo tempo, Hachikō aparentemente se deu conta de que o Professor Ueno não mais morava ali. Então tornou a procurar na estação de trem onde o encontrara diversas vezes antes. Dia após dia, em meio aos apressados passageiros, Hachikō esperava pelo retorno de seu amigo.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer pestiscos e comida para alivar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Reconhecimento
Naquele mesmo ano, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya.
O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō. Em 1932 um desses artigos, publicado num dos maiores jornais de Tóquio, colocou o cachorro em evidência. Hachikō se tornou sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças. Um reconhecido artista japonês esculpiu a estátua do cachorro, e pelo país a fora a fama se espalhou e a raça Akita cresceu.
Hachikō morreu em 8 de março de 1935. Seus restos mortais estão em guarda do Museu Nacional de Ciência do Japão em Ueno, Tóquio.